/ SEGÕES

&nbsp &nbsp &nbsp &nbsp “O verde retinto vestia os campos até para lá de meia légua de bom andar, na encosta de Segões, onde a seara empoeirada do sol, já menos paveia que farfalha, barrava a Serra da Estrela, em sua imensidade extática de bronze, dum esmaecido esmeralda.”

AQUILINO RIBEIRO, IN TERRAS DO DEMO

Espigueiros e Eiras

Igreja

Cruzeiro

Forno comunitário

HISTÓRIA

Segões desde sempre esteve
ligada à produção de pão.

Antigamente cultivava-se milho e centeio, que depois eram moídos nos inúmeros moinhos de água que ainda povoam as águas do Paiva e do Corgo de Segões. 

Nesta terra pequena, muitas vezes isolada por fortes nevões, desenvolveu-se um verdadeiro espírito de entre ajuda. 

O forno comunitário é um exemplo do uso comum dos equipamentos, mas o que mais salta à vista, é a presença de um magnífico conjunto de espigueiros comunitários, a maior concentração da Beira Alta, com as suas eiras de granito puro beirão.

Do património arquitectónico religioso e civil destaca-se uma sepultura escavada em rocha na zona da Pedrégua, a igreja matriz, de estilo barroco e a capela do Senhor da Boa Fortuna. Logo atrás desta encontra-se a casa onde viveu Álvaro de Almeida, ilustre habitante local, promotor de inúmeras benfeitorias na aldeia como seja a instalação da rede elétrica, a construção da escola primária e o estabelecimento de uma carreira de autocarros.
Do património arquitectónico religioso e civil destaca-se uma sepultura escavada em rocha na zona da Pedrégua, a igreja matriz, de estilo barroco e a capela do Senhor da Boa Fortuna. Logo atrás desta encontra-se a casa onde viveu Álvaro de Almeida, ilustre habitante local, promotor de inúmeras benfeitorias na aldeia como seja a instalação da rede elétrica, a construção da escola primária e o estabelecimento de uma carreira de autocarros.
O notável cruzeiro, as diversas alminhas, as inúmeras fontes, a antiga ponte que ligava Segões a Alhais, os marcos da Universidade de Coimbra e todo um casario de feição rural são testemunhos de um povo sabedor e laborioso.

AS ÁGUAS

QUE MOVEM

O MOÍNHO

Coordenadas GPS: 40.85996, -7.68224
A história que liga Segões ao cultivo do pão, continua a ser contada, pelos inúmeros moinhos nas margens do Rio Paiva.

Dirija-se à Quinta da Regada do Moinho, onde o processo com o qual se moía os cereais ainda pode ser visto.

PRAIA

FLUVIAL

DE SEGÕES

Bem perto do povoado, situada na margem esquerda do rio Paiva, encontra-se a praia fluvial de Segões, que proporciona um intenso contacto com a natureza.
Aqui as águas límpidas estão repletas de sais, o que lhes confere uma tonalidade escura, sendo muito procuradas para a cura de doenças de pele.

CONTINUE

O SEU PERCURSO